Reconhecimento facial de moradores
Moradores, funcionários e prestadores cadastrados são identificados na passagem. O acesso vira registro com hora, local e imagem — sem depender de alguém lembrar de anotar.
Inteligência artificial sobre as câmeras que o seu condomínio já tem. Morador reconhecido na passagem, desconhecido alertado em segundos e todo acesso registrado com imagem — 24 horas por dia.

Análise contínua, sem depender de atenção humana no monitor
Entre a detecção de um desconhecido e o alerta na portaria
Dos eventos registrados com imagem e horário para auditoria
Biometria cifrada, consentimento registrado e retenção definida

Quem somos
A Falcão Seg nasceu de uma constatação simples: a maioria dos condomínios já investiu em câmeras, mas continua descobrindo os problemas só depois que eles acontecem. O CFTV grava — não protege.
Nosso trabalho é transformar essa gravação passiva em vigilância ativa: um sistema que reconhece quem pertence ao lugar, avisa quando aparece quem não pertence, e deixa registro que se sustenta numa apuração.
Serviços
Uma camada de inteligência sobre a estrutura que já existe — do reconhecimento na portaria ao registro que sustenta uma ocorrência.
Moradores, funcionários e prestadores cadastrados são identificados na passagem. O acesso vira registro com hora, local e imagem — sem depender de alguém lembrar de anotar.
Quem não está na base gera alerta imediato no WhatsApp da portaria e do síndico, com a foto do rosto e o ponto exato onde foi visto.
Trabalhamos sobre o DVR que o condomínio já tem, via RTSP. Onde a imagem atual não sustenta reconhecimento, dizemos antes — e resolvemos com uma câmera no ponto certo, não com promessa.
Análise 24 horas por dia, sem depender de alguém olhando o monitor. O sistema não se distrai, não sai para o almoço e não troca de turno.
Cada evento guarda o recorte do rosto, o quadro completo da cena e as métricas técnicas. Serve para apuração interna e como material de ocorrência.
Biometria cifrada, consentimento registrado por titular, trilha de auditoria e prazo de retenção configurável. Direito de eliminação atendido em um clique.
Diferencial
Reconhecimento facial funciona muito bem dentro de limites físicos que não dá para contornar com marketing. Preferimos explicar esses limites antes de assinar contrato — é o que separa um sistema que o síndico confia de um que ele desliga no primeiro mês.
O mercado promete
“Aproveite 100% das câmeras que você já tem.”
Um rosto a 4 metros numa câmera analógica de ângulo aberto ocupa 25 a 40 pixels. Reconhecimento confiável precisa de 60 para cima. Nosso diagnóstico mede isso câmera por câmera e entrega o número. Onde não dá, dizemos que não dá.
O mercado promete
“Nossa IA melhora a imagem ruim e revela o rosto.”
Modelos de super-resolução criam feições que não existiam no original. Fica bonito na demonstração e não sobrevive a contestação técnica como prova. Preferimos registrar “não identificado” a afirmar um nome errado.
O risco silencioso
O sistema erra o nome e ninguém percebe.
Rosto pequeno, borrado ou de perfil nem chega a ser comparado — vira evento de baixa qualidade, sem identidade atribuída. Confirmação exige ver a pessoa em mais de um quadro, e o registro usa o melhor momento da passagem.
O que ninguém conta
A câmera cai e o sistema fica cego em silêncio.
Conexão, último contato e último erro ficam registrados por câmera. Um sistema de segurança que para de enxergar sem avisar é pior que um que avisa.
Como funciona
Quatro etapas. A primeira é gratuita e você fica com o laudo, independentemente de fechar conosco.
Conectamos ao DVR e medimos, canal por canal, o tamanho real do rosto que chega. Você recebe o laudo antes de qualquer proposta.
Definimos quais pontos entram no reconhecimento e o que precisa de reposicionamento. Só o necessário — o resto do CFTV segue como está.
Moradores e funcionários são cadastrados com termo de consentimento registrado, como a LGPD exige para dado biométrico.
Primeiras semanas com alertas em observação, calibrando o sistema com os dados reais do seu condomínio antes de acionar a portaria.
Integração com a Segurança Pública
Boa parte das ocorrências em condomínio morre na dificuldade de provar o que aconteceu. Vídeo de baixa qualidade, sem horário confiável e sem cadeia de custódia não sustenta boletim de ocorrência.
O compartilhamento de imagens com órgãos públicos depende de convênio firmado e de decisão do condomínio em assembleia. Não há compartilhamento automático — o controle é sempre de quem contrata.
Ilustração da interface. Dados fictícios.
Contato
Conectamos ao seu DVR, medimos o que cada câmera entrega e mostramos o resultado. Sem custo e sem compromisso — o laudo é seu, feche conosco ou não.
A diferença entre descobrir depois e ser avisado na hora cabe num diagnóstico de uma visita. Vamos medir o que as suas câmeras entregam.
Solicitar diagnóstico gratuito